Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
"Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?" Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador.
Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido?" O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas? Elas não gritam. Falam suavemente.
E por quê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Mahatma Gandhi
domingo, 24 de janeiro de 2010
ke?
Música de Cabo Verde
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Festa de S. João, S.VicenteDe um modo muito resumido, pode-se dizer que a música de Cabo Verde resulta de elementos musicais europeus (sobretudo de origem portuguesa) aos quais se sobrepõem elementos musicais africanos.
Índice [esconder]
1 História
2 Géneros musicais
3 Características
4 Produção musical
5 Bibliografia
6 Ligações externas
[editar] História
Existem poucos registos acerca da evolução da música em Cabo Verde. Sendo a música um veículo de expressão que se manifesta naturalmente no ser humano, seria natural de se esperar que as populações que povoaram Cabo Verde (africanos e europeus) levassem consigo as suas tradições musicais. Mas sobre o momento exacto em que se deu um processo de miscigenação musical, nada se sabe.
Durante a colonização portuguesa, o tipo de música permitido pela administração era sobretudo a música eclesiástica, sendo outras formas de expressão da população relegadas para um contexto um tanto ou quanto clandestino. Essa política de repressão aumentou durante o regime do Estado Novo pela administração portuguesa, por considerar certos géneros como «africanos», e por causa disso, certas formas musicais estiveram à beira da extinção.
Depois da independência, houve um ressurgir desses géneros musicais, mas também novas experiências têm sido feitas conferindo à música cabo-verdiana características diferentes das que são descritas abaixo.
[editar] Géneros musicais
Dançarinas de funaná na Ilha do Sal.De um modo inconsciente, o cabo-verdiano tem tendência em classificar a música de Cabo Verde em géneros musicais. Assim, ao ouvir-se uma peça musical, ela é logo classificada de batuque, colá, coladeira, funaná, mazurca, morna, ou qualquer outro género musical (de Cabo Verde ou não) independentemente dos menores ou maiores conhecimentos musicais do ouvinte.
Como géneros genuinamente cabo-verdianos pode-se mencionar o batuque, o colá, a coladeira, o funaná, a morna, a tabanca. Outros géneros musicais não são originários de Cabo Verde, mas ganharam características próprias, como o lundum, a mazurca, a valsa. Ao longo da história da música de Cabo Verde, certas conjecturas sociais e/ou fenómenos de moda fizeram com que alguns géneros de Cabo Verde sofressem influência de géneros estrangeiros, ou então, por uma questão de gosto ou de moda, certos géneros são (eram) interpretados inalterados, como a bossa nova, a cúmbia, o hip-hop, o reggae, a rumba, o samba, o zouk, etc.
[editar] Características
A música de Cabo Verde é sobretudo polifónica, ou seja, a melodia desenvolve-se sobre uma base formada por uma sucessão de acordes. Contrasta assim com a música da África Ocidental, que se caracteriza por uma sobreposição de contrapontos. São poucos os géneros que são monofónicos (batuque, tabanca, colá, e outras melopeias), mas mesmo assim, com o advento de instrumentos eléctricos, e o interesse de músicos novos em fazer ressurgir certos géneros musicais, esses géneros musicais têm sido reinterpretados numa forma polifónica.
As escalas musicais empregadas são escalas musicais europeias. A morna, a coladeira, a mazurca, o lundum, por exemplo, usam frequentemente escalas cromáticas. O funaná, em contrapartida, usa frequentemente escalas diatónicas. As linhas melódicas variam muito, e alguns autores dizem (de um modo bastante impressionístico) que «a melodia lembra as montanhas e as ondas do mar».
Se na melodia e na harmonia nota-se sobretudo a influência europeia, é no ritmo que se nota mais a influência africana. Os ritmos são sincopados, e o emprego simultâneo de vários instrumentos de percussão permite modelos rítmicos complexos. Os géneros musicais têm geralmente compassos pares (binários ou quaternários). Só o colá, a mazurca e a valsa é que usam um compasso ternário. O batuque é o único género que emprega a polirritmia, frequente na música da África ocidental.
Estruturalmente, os géneros musicais articulam-se em estrofes musicais, em que as estrofes principais alternam com o refrão. Só o batuque e a tabanca é que têm uma estrutura de canto e resposta.
Na instrumentação, predominam os cordofones: a guitarra (chamada violão em Cabo Verde), violas de 10 e 12 cordas (chamadas simplesmente violas), o cavaquinho, o violino (chamado rebeca). O piano é um apanágio apenas para os mais abastados. Como aerofones podem-se citar o saxofone, o clarinete, a trompete. Recentemente, a flauta tem sido utilizada como instrumento didáctico. O acordeão (chamado gaita) é usado (não exclusivamente) no funaná. Como membranofones são usados vários tipos de tambores. Os idiofones são usados sobretudo com uma função rítmica; é de salientar a «invenção» do ferrinho. Os electrofones são de introdução recente.
Alguns instrumentos de origem africana (o bombolom, a cimboa, o correpi, o dondom) estão em vias de desaparecimento.
[editar] Produção musical
Tendo em conta as dimensões (geográficas e demográficas) de Cabo Verde, pode-se dizer que em termos musicais os cabo-verdianos são prolíferos. Não se sabe o porquê dessa tendência natural para a música, mas alguns autores especulam que a pouca abundância de certos recursos naturais (madeira ou pedra para a escultura, vegetais para a produção de tecelagem ou tintas) deu espaço para que a música se desenvolvesse mais do que outras expressões artísticas.
Embora existam modernamente estúdios de gravação, não existe produção de suportes físicos (CD, discos, etc.), sendo a música de Cabo Verde produzida sobretudo no estrangeiro. Actividades relacionadas com a divulgação e interpretação da música são no entanto frequentes. Conhecido internacionalmente é o festival anual da Baía das Gatas.
--------------------------------------------------------------------------------
Cesária Évora, em San Diego, California, EUA, 19 de Março de 2006Compositores: Amândio Cabral, Fulgêncio Tavares (Ano Nobo), Francisco Xavier da Cruz (B. Leza), Adalberto Silva (Betú), Gregório Vaz (Codé di Dona), Daniel Rendall, Eugénio Tavares [1], Frank Cavaquim (Francisco Vicente Gomes), Jorge Fernandes Monteiro (Jotamont), Carlos Alberto Barbosa (Kaká Barbosa), Carlos Alberto Martins (Katchás), Luís Rendall, Daniel Spencer Brito (Nhelas Spencer), Paulino Vieira, Orlando Monteiro Barreto (Orlando Pantera), Renato Cardoso, Manuel de Jesus Lopes (Manuel d' Novas) [2], Vasco Martins [3], e outros.
Intérpretes Musicais: Ana Firmino, António Carvalho (Antoni Denti D' Oro), António Lopes (Antoninho Travadinha), Arlinda Santos, Adriano Gonçalves (Bana), Bius, Rufino Almeida (Bau), Emilio Lobo (Mirri Lobo), Blick Tchutchi, Gérard Mendes (Boy Gé Mendes), Cesária Évora [4], Celina Pereira, Gregório Vaz (Codé di Dona), Daniel Silva (Dany Silva), Daniel Rendall, Eddy Moreno, Frank Mimita, Francelina Almeida (Fantcha), Fernando Quejas, Fortinho, Ildo Lobo, Gil Semedo, Gilyto, Gracindo Évora (Grace Évora), Jorge Humberto, Jacqueline Fortes, Jorge Neto, José Casimiro, João Cirilo, Euclides Lima (Kiki Lima), Leonel Almeida, Luís Morais, Maria de Lurdes Lura, Malaquias Costa, Maria Alice, Maria de Barros, Marinho Silva, Mayra Andrade, Maria Inácia Gomes Correia (Nácia Gomi), Nancy Vieira, Orlando Monteiro Barreto (Orlando Pantera), Paulino Vieira, Anselmo Lopes (Séma Lopi), Suzanna Lubrano, Manuel Lopes Andrade (Tcheka), Teofilo Chantre, Albertina Rodrigues (Titina), Aristides Paris (Tito Paris), Epifânia Évora (Tututa), José Carlos Brito (Voginha), Emanuel Fernandes (Zeca di Nha Reinalda), José Bernardo Fernandes (Zézé Nha Reinalda), e outros.
Grupos Musicais: Bulimundo, Cabo Verde Show, Cordas do Sol, Finaçon, Livity, Os Tubarões, Raíz di Funaná, Simentera, Splash, Tulipa Negra, Voz de Cabo Verde, Voz d' África, e outros.
Géneros Musicais: Batuque, Colá, Coladeira, Funaná, Lundum, Mazurca, Morna, Tabanca.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Festa de S. João, S.VicenteDe um modo muito resumido, pode-se dizer que a música de Cabo Verde resulta de elementos musicais europeus (sobretudo de origem portuguesa) aos quais se sobrepõem elementos musicais africanos.
Índice [esconder]
1 História
2 Géneros musicais
3 Características
4 Produção musical
5 Bibliografia
6 Ligações externas
[editar] História
Existem poucos registos acerca da evolução da música em Cabo Verde. Sendo a música um veículo de expressão que se manifesta naturalmente no ser humano, seria natural de se esperar que as populações que povoaram Cabo Verde (africanos e europeus) levassem consigo as suas tradições musicais. Mas sobre o momento exacto em que se deu um processo de miscigenação musical, nada se sabe.
Durante a colonização portuguesa, o tipo de música permitido pela administração era sobretudo a música eclesiástica, sendo outras formas de expressão da população relegadas para um contexto um tanto ou quanto clandestino. Essa política de repressão aumentou durante o regime do Estado Novo pela administração portuguesa, por considerar certos géneros como «africanos», e por causa disso, certas formas musicais estiveram à beira da extinção.
Depois da independência, houve um ressurgir desses géneros musicais, mas também novas experiências têm sido feitas conferindo à música cabo-verdiana características diferentes das que são descritas abaixo.
[editar] Géneros musicais
Dançarinas de funaná na Ilha do Sal.De um modo inconsciente, o cabo-verdiano tem tendência em classificar a música de Cabo Verde em géneros musicais. Assim, ao ouvir-se uma peça musical, ela é logo classificada de batuque, colá, coladeira, funaná, mazurca, morna, ou qualquer outro género musical (de Cabo Verde ou não) independentemente dos menores ou maiores conhecimentos musicais do ouvinte.
Como géneros genuinamente cabo-verdianos pode-se mencionar o batuque, o colá, a coladeira, o funaná, a morna, a tabanca. Outros géneros musicais não são originários de Cabo Verde, mas ganharam características próprias, como o lundum, a mazurca, a valsa. Ao longo da história da música de Cabo Verde, certas conjecturas sociais e/ou fenómenos de moda fizeram com que alguns géneros de Cabo Verde sofressem influência de géneros estrangeiros, ou então, por uma questão de gosto ou de moda, certos géneros são (eram) interpretados inalterados, como a bossa nova, a cúmbia, o hip-hop, o reggae, a rumba, o samba, o zouk, etc.
[editar] Características
A música de Cabo Verde é sobretudo polifónica, ou seja, a melodia desenvolve-se sobre uma base formada por uma sucessão de acordes. Contrasta assim com a música da África Ocidental, que se caracteriza por uma sobreposição de contrapontos. São poucos os géneros que são monofónicos (batuque, tabanca, colá, e outras melopeias), mas mesmo assim, com o advento de instrumentos eléctricos, e o interesse de músicos novos em fazer ressurgir certos géneros musicais, esses géneros musicais têm sido reinterpretados numa forma polifónica.
As escalas musicais empregadas são escalas musicais europeias. A morna, a coladeira, a mazurca, o lundum, por exemplo, usam frequentemente escalas cromáticas. O funaná, em contrapartida, usa frequentemente escalas diatónicas. As linhas melódicas variam muito, e alguns autores dizem (de um modo bastante impressionístico) que «a melodia lembra as montanhas e as ondas do mar».
Se na melodia e na harmonia nota-se sobretudo a influência europeia, é no ritmo que se nota mais a influência africana. Os ritmos são sincopados, e o emprego simultâneo de vários instrumentos de percussão permite modelos rítmicos complexos. Os géneros musicais têm geralmente compassos pares (binários ou quaternários). Só o colá, a mazurca e a valsa é que usam um compasso ternário. O batuque é o único género que emprega a polirritmia, frequente na música da África ocidental.
Estruturalmente, os géneros musicais articulam-se em estrofes musicais, em que as estrofes principais alternam com o refrão. Só o batuque e a tabanca é que têm uma estrutura de canto e resposta.
Na instrumentação, predominam os cordofones: a guitarra (chamada violão em Cabo Verde), violas de 10 e 12 cordas (chamadas simplesmente violas), o cavaquinho, o violino (chamado rebeca). O piano é um apanágio apenas para os mais abastados. Como aerofones podem-se citar o saxofone, o clarinete, a trompete. Recentemente, a flauta tem sido utilizada como instrumento didáctico. O acordeão (chamado gaita) é usado (não exclusivamente) no funaná. Como membranofones são usados vários tipos de tambores. Os idiofones são usados sobretudo com uma função rítmica; é de salientar a «invenção» do ferrinho. Os electrofones são de introdução recente.
Alguns instrumentos de origem africana (o bombolom, a cimboa, o correpi, o dondom) estão em vias de desaparecimento.
[editar] Produção musical
Tendo em conta as dimensões (geográficas e demográficas) de Cabo Verde, pode-se dizer que em termos musicais os cabo-verdianos são prolíferos. Não se sabe o porquê dessa tendência natural para a música, mas alguns autores especulam que a pouca abundância de certos recursos naturais (madeira ou pedra para a escultura, vegetais para a produção de tecelagem ou tintas) deu espaço para que a música se desenvolvesse mais do que outras expressões artísticas.
Embora existam modernamente estúdios de gravação, não existe produção de suportes físicos (CD, discos, etc.), sendo a música de Cabo Verde produzida sobretudo no estrangeiro. Actividades relacionadas com a divulgação e interpretação da música são no entanto frequentes. Conhecido internacionalmente é o festival anual da Baía das Gatas.
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Cesária Évora, em San Diego, California, EUA, 19 de Março de 2006Compositores: Amândio Cabral, Fulgêncio Tavares (Ano Nobo), Francisco Xavier da Cruz (B. Leza), Adalberto Silva (Betú), Gregório Vaz (Codé di Dona), Daniel Rendall, Eugénio Tavares [1], Frank Cavaquim (Francisco Vicente Gomes), Jorge Fernandes Monteiro (Jotamont), Carlos Alberto Barbosa (Kaká Barbosa), Carlos Alberto Martins (Katchás), Luís Rendall, Daniel Spencer Brito (Nhelas Spencer), Paulino Vieira, Orlando Monteiro Barreto (Orlando Pantera), Renato Cardoso, Manuel de Jesus Lopes (Manuel d' Novas) [2], Vasco Martins [3], e outros.
Intérpretes Musicais: Ana Firmino, António Carvalho (Antoni Denti D' Oro), António Lopes (Antoninho Travadinha), Arlinda Santos, Adriano Gonçalves (Bana), Bius, Rufino Almeida (Bau), Emilio Lobo (Mirri Lobo), Blick Tchutchi, Gérard Mendes (Boy Gé Mendes), Cesária Évora [4], Celina Pereira, Gregório Vaz (Codé di Dona), Daniel Silva (Dany Silva), Daniel Rendall, Eddy Moreno, Frank Mimita, Francelina Almeida (Fantcha), Fernando Quejas, Fortinho, Ildo Lobo, Gil Semedo, Gilyto, Gracindo Évora (Grace Évora), Jorge Humberto, Jacqueline Fortes, Jorge Neto, José Casimiro, João Cirilo, Euclides Lima (Kiki Lima), Leonel Almeida, Luís Morais, Maria de Lurdes Lura, Malaquias Costa, Maria Alice, Maria de Barros, Marinho Silva, Mayra Andrade, Maria Inácia Gomes Correia (Nácia Gomi), Nancy Vieira, Orlando Monteiro Barreto (Orlando Pantera), Paulino Vieira, Anselmo Lopes (Séma Lopi), Suzanna Lubrano, Manuel Lopes Andrade (Tcheka), Teofilo Chantre, Albertina Rodrigues (Titina), Aristides Paris (Tito Paris), Epifânia Évora (Tututa), José Carlos Brito (Voginha), Emanuel Fernandes (Zeca di Nha Reinalda), José Bernardo Fernandes (Zézé Nha Reinalda), e outros.
Grupos Musicais: Bulimundo, Cabo Verde Show, Cordas do Sol, Finaçon, Livity, Os Tubarões, Raíz di Funaná, Simentera, Splash, Tulipa Negra, Voz de Cabo Verde, Voz d' África, e outros.
Géneros Musicais: Batuque, Colá, Coladeira, Funaná, Lundum, Mazurca, Morna, Tabanca.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
viva o carnaval...:-)...e o natal e o ano novo...e que seja
Uma coisa boa na vida é olhar para trás e sentir orgulho. É viver cada momento e construir a felicidade aqui e agora. Claro que a vida prega rasteiras. O bolo não cresce, o pneu furou, chove demais, perdemos pessoas que amamos...
Mas, pensa só:
Tem graça viver sem rir, pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
Eu quero viver bem...E tu? 2009 foi um ano cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões, tristezas e perdas, reencontros...
Normal...
2010 não vai ser diferente. Muda o século,mas o Homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas, e depois? Fazer o quê? Acabar o dia triste? A discutir? Sem esperança?
O que eu desejo pra todos nós é sabedoria. E que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência. O nosso desejo não se realizou?
OK...Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (lembro-me sempre de uma frase que ouvi e adoro: 'cuidado com seus sonhos, desejos, eles podem- se tornar realidade') e de um livro ( o segredo)....
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano...Mas,se a gente se entender e permitir olhar o outro e o mundo com generosidade,as coisas ficam diferentes. Desejo para todos esse olhar especial!
2010 pode ser um ano especial, se nosso olhar for diferente.
Pode ser muito fixe, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2010 pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, especial!
Depende de mim...De ti.
Pode ser...E que seja!'
Mas, pensa só:
Tem graça viver sem rir, pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido estragar o dia por causa de uma discussão na ida pro trabalho?
Eu quero viver bem...E tu? 2009 foi um ano cheio de coisas boas, mas também de problemas e desilusões, tristezas e perdas, reencontros...
Normal...
2010 não vai ser diferente. Muda o século,mas o Homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a que a gente deseja, mas, e depois? Fazer o quê? Acabar o dia triste? A discutir? Sem esperança?
O que eu desejo pra todos nós é sabedoria. E que todos nós saibamos transformar tudo em uma boa experiência. O nosso desejo não se realizou?
OK...Não estava na hora, não deveria ser a melhor coisa para esse momento (lembro-me sempre de uma frase que ouvi e adoro: 'cuidado com seus sonhos, desejos, eles podem- se tornar realidade') e de um livro ( o segredo)....
Chorar de dor, de solidão, de tristeza, faz parte do ser humano...Mas,se a gente se entender e permitir olhar o outro e o mundo com generosidade,as coisas ficam diferentes. Desejo para todos esse olhar especial!
2010 pode ser um ano especial, se nosso olhar for diferente.
Pode ser muito fixe, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
2010 pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, especial!
Depende de mim...De ti.
Pode ser...E que seja!'
domingo, 13 de dezembro de 2009
Educadores vs professores - Duas histórias...
Educadores vs professores
1ª.
Num liceu no Porto estava a acontecer uma coisa muito fora do comum. Um 'bando' de miúdas de 12 anos andava a pôr baton nos lábios, todos os dias, e para remover o excesso beijavam o espelho da casa de banho. O Cons.Exec. andava bastante preocupado, porque a funcionária da limpeza tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao fim do dia e no dia seguinte lá estavam outra vez as marcas de baton.
Um dia, um professor juntou as miúdas e a funcionária na casa de banho e explicou que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam e, para demonstrar a dificuldade, pediu à empregada para mostrar como é que ela fazia para limpar o espelho.
A empregada pegou numa 'esfregona', molhou-a na sanita e passou-a repetidamente no espelho até as marcas desaparecerem.
Nunca mais houve marcas no espelho...
Há professores educadores...
2ª.
Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte.
Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com o professor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou.
Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste.
O professor, que era uma pessoa justa ,disse-lhes que fariam um teste-substituição dentro de três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados.
No terceiro dia , apresentaram-se para o teste e o professor disse -lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condições especiais , os três teriam que o fazer em salas diferentes.
Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados, concordaram de imediato.
O teste tinha 6 questões e a cotação de 20 valores.
Q .1. Escreva o seu nome ----- ( 0.5 valores)
Q.2. Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foste há quatro dias atrás ---(5 valores )
Q.3. Que tipo de carro conduziam cujo pneu rebentou.--( 5 valores)
Q.4 . Qual das 4 rodas rebentou ------- ( 5 valores )
Q.5. Qual era a marca da roda que rebentou ---- (2 valores)
Q.6. Quem ia a conduzir? ------ (2.5 valores)
Há professores educadores...
1ª.
Num liceu no Porto estava a acontecer uma coisa muito fora do comum. Um 'bando' de miúdas de 12 anos andava a pôr baton nos lábios, todos os dias, e para remover o excesso beijavam o espelho da casa de banho. O Cons.Exec. andava bastante preocupado, porque a funcionária da limpeza tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao fim do dia e no dia seguinte lá estavam outra vez as marcas de baton.
Um dia, um professor juntou as miúdas e a funcionária na casa de banho e explicou que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam e, para demonstrar a dificuldade, pediu à empregada para mostrar como é que ela fazia para limpar o espelho.
A empregada pegou numa 'esfregona', molhou-a na sanita e passou-a repetidamente no espelho até as marcas desaparecerem.
Nunca mais houve marcas no espelho...
Há professores educadores...
2ª.
Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altas horas e não estudaram para o teste do dia seguinte.
Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se da pior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com o professor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noite anterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou.
Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam em condições de fazer aquele teste.
O professor, que era uma pessoa justa ,disse-lhes que fariam um teste-substituição dentro de três dias, e que para esse não havia desculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariam preparados.
No terceiro dia , apresentaram-se para o teste e o professor disse -lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condições especiais , os três teriam que o fazer em salas diferentes.
Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados, concordaram de imediato.
O teste tinha 6 questões e a cotação de 20 valores.
Q .1. Escreva o seu nome ----- ( 0.5 valores)
Q.2. Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foste há quatro dias atrás ---(5 valores )
Q.3. Que tipo de carro conduziam cujo pneu rebentou.--( 5 valores)
Q.4 . Qual das 4 rodas rebentou ------- ( 5 valores )
Q.5. Qual era a marca da roda que rebentou ---- (2 valores)
Q.6. Quem ia a conduzir? ------ (2.5 valores)
Há professores educadores...
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
"Todo o Amor do Mundo" de Harville Hendrix
Acabei de ler(pela 5ª vez) e recomendo para quem tem paciência para leituras técnicas pois acho facto o livro muito bom…pode não responder a todas as questões de relacionamento, e eu acho que não responde, mas ajuda bastante, depois de o dominar só fica aquele gosto amargo de não perceber 100% onde pára a paixão, aquele calor, flash, embriaguês, que se perde mas que se sabe existir e se gostaria de perpetuar….para sempre como alma gémea.
Este livro apresenta, de uma forma clara e directa, as razões que fazem com as relações conjugais nem sempre correspondam àquilo que prometiam quando começaram. Não podemos sonhar que existe um parceiro ideal para cada um de nós, pois muitas relações não funcionam devido ao ciclo de interacções interpessoais negativas. Mas existe uma possibilidade de mudança que passa por tomar consciência desses padrões e saber como interferem nos nossos relacionamentos afectivos.
Talvez este livro tenha sido encomendado pela santa igreja católica apostólica romana, ou outra qualquer religião que veja na orgânica família a salvação do mundo... ou talvez não, somente momento lúcido comercial de uma psicóloga clínica experiente, em resposta das exigências deste mercado que é a manutenção do relacionamento conjugal.
Porém, e apesar de gostar muito do livro continuo na minha…PODEMOS SONHAR QUE EXISTE UM PARCEIRO IDEAL…UMA ALMA GÉMIA…só assim e naturalmente e puramente( e claro com cedências e adaptações de ambas as parte,blá,blá,blá)....
Este livro apresenta, de uma forma clara e directa, as razões que fazem com as relações conjugais nem sempre correspondam àquilo que prometiam quando começaram. Não podemos sonhar que existe um parceiro ideal para cada um de nós, pois muitas relações não funcionam devido ao ciclo de interacções interpessoais negativas. Mas existe uma possibilidade de mudança que passa por tomar consciência desses padrões e saber como interferem nos nossos relacionamentos afectivos.
Talvez este livro tenha sido encomendado pela santa igreja católica apostólica romana, ou outra qualquer religião que veja na orgânica família a salvação do mundo... ou talvez não, somente momento lúcido comercial de uma psicóloga clínica experiente, em resposta das exigências deste mercado que é a manutenção do relacionamento conjugal.
Porém, e apesar de gostar muito do livro continuo na minha…PODEMOS SONHAR QUE EXISTE UM PARCEIRO IDEAL…UMA ALMA GÉMIA…só assim e naturalmente e puramente( e claro com cedências e adaptações de ambas as parte,blá,blá,blá)....
sábado, 14 de novembro de 2009
Bem…ou está tudo louco ou o louco sou eu….
Cheguei há instantes do fórum da poupança e investimento (e não, não sou economista, nem contabilista, nem outras coisas acabadas em ista – ups, isso até sou – nem ceo ,nem chairman,blá blá blá blá; e no regresso até vinha maluco….
Local da acção- pavilhão atlântico
Assunto em questão- assuntos de dinheiro,tão importantes para nós indivíduos como poupar dinheiro, investir dinheiro, como funciona o negócio do dinheiro, como ganhar dinheiro, como não perder dinheiro,enfim dinheiro, dinheiro e também dinheiro…aquilo pelo qual meio mundo ou mundo inteiro se esfalfa todos os dias, tem vidas miseráveis, faz sacrifícios enormes, perde saúde, comete crimes,etc,etc……
Moderadores, convidados, conferêncistas, e mais não sei quantos (há, gostei dos cães do activobanco7)- muitos e pseudo importantes ( pelo menos ganham uma pipa de massa e contratam e despedem muita gente e representam grande parte do p.i.b. nacional).
Visitantes nesta tarde de sábado dia 14 novembro 2009- 10, eu incluído (nota, a entrada era gratuita).
Ok pensei eu, está tudo a dormir a sesta ou a fazer as compras de fim de semana. Mas eis que saio e vejo uma MULTIDÃO maluca à entrada do pavilhão (estive a ver na net e afirmam 12.000 pessoas) , para assistir ao concerto dos Depeche Mode ( nota, não sei o preço dos bilhetes, mas não são gratuitos). Mais uns passos e vejo outra MULTIDÃO maluca com cachecóis ( é assim que se escreve?) de portugal e da selecção ao pescoço ( ao todo no pais quantos serão?).
Quem me conhece sabe que eu adoro a paródia, cantar ,dançar, sair com os amigos, amigas, ir a concertos e espetáculos que eu gosto, ver futebol de vês em quando, basket de vês em quando, rugby de vês em quando, ténis de vês em quando, artes marciais muitas vezes e outras coisas que tais que me servem para divertir e esquecer e aliviar os stresses do dia e dia e os acumulados ao longo de anos,e quebrar a rotina ou seja nada contra, tudo a favor MAS…....MAS…. levar 10 a 12.000 ou 10 a 10 milhões acho que é demais….para um pais com tantos problemas e tão necessitado de gente atenta e esclarecida para inverter este empobrecimento global do pais ( e que clama tanto por dinheiro- se querem jogar futebol têm de perceber de futebol, ora que querem dinheiro têm de perceber de dinheiro porra- e a informação que existe está disponível e é quase ou é mesmo de borla)…sem mais alongas… ou está tudo louco ou o louco sou eu….olhem, o melhor é eu sair prós copos….
Local da acção- pavilhão atlântico
Assunto em questão- assuntos de dinheiro,tão importantes para nós indivíduos como poupar dinheiro, investir dinheiro, como funciona o negócio do dinheiro, como ganhar dinheiro, como não perder dinheiro,enfim dinheiro, dinheiro e também dinheiro…aquilo pelo qual meio mundo ou mundo inteiro se esfalfa todos os dias, tem vidas miseráveis, faz sacrifícios enormes, perde saúde, comete crimes,etc,etc……
Moderadores, convidados, conferêncistas, e mais não sei quantos (há, gostei dos cães do activobanco7)- muitos e pseudo importantes ( pelo menos ganham uma pipa de massa e contratam e despedem muita gente e representam grande parte do p.i.b. nacional).
Visitantes nesta tarde de sábado dia 14 novembro 2009- 10, eu incluído (nota, a entrada era gratuita).
Ok pensei eu, está tudo a dormir a sesta ou a fazer as compras de fim de semana. Mas eis que saio e vejo uma MULTIDÃO maluca à entrada do pavilhão (estive a ver na net e afirmam 12.000 pessoas) , para assistir ao concerto dos Depeche Mode ( nota, não sei o preço dos bilhetes, mas não são gratuitos). Mais uns passos e vejo outra MULTIDÃO maluca com cachecóis ( é assim que se escreve?) de portugal e da selecção ao pescoço ( ao todo no pais quantos serão?).
Quem me conhece sabe que eu adoro a paródia, cantar ,dançar, sair com os amigos, amigas, ir a concertos e espetáculos que eu gosto, ver futebol de vês em quando, basket de vês em quando, rugby de vês em quando, ténis de vês em quando, artes marciais muitas vezes e outras coisas que tais que me servem para divertir e esquecer e aliviar os stresses do dia e dia e os acumulados ao longo de anos,e quebrar a rotina ou seja nada contra, tudo a favor MAS…....MAS…. levar 10 a 12.000 ou 10 a 10 milhões acho que é demais….para um pais com tantos problemas e tão necessitado de gente atenta e esclarecida para inverter este empobrecimento global do pais ( e que clama tanto por dinheiro- se querem jogar futebol têm de perceber de futebol, ora que querem dinheiro têm de perceber de dinheiro porra- e a informação que existe está disponível e é quase ou é mesmo de borla)…sem mais alongas… ou está tudo louco ou o louco sou eu….olhem, o melhor é eu sair prós copos….
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
adoro o panda do kung fu
as imagens animadas, e melhor, o sentido de humor...e melhor ainda, a sua mensagem....amanhâ explico, vou deitar as crias....
terça-feira, 10 de novembro de 2009
CARALHO TAMBÉM É CULTURA...desculpem,não resisti, sou transmontano...
O que significa “CARALHO”?
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão:
“MANDAR PRO CARALHO"
Hoje em dia,CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:
“ISTO É BOM PRA CARALHO”
Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:
Mas que CARALHO estás a dizer?
Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pró CARALHO.
Se algo não nos interessa dizemos: NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.
Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos:
ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO.
Também são comuns as expressões: Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa gaja é feia pra CARALHO(definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distancia);
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”.
Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:
"ESSE PESSOA É DO CARALHO"
Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:
PORRA, POR ONDE CARALHO TENS ANDADO?
É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo lhe agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objectivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer "CARALHO", ou mandar a alguém pró "CARALHO" com um pouco mais de cultura e autoridade académica...
E TENHA UM RESTO DE DIA FELIZ!
“UM DIA DO CARALHO”
Segundo a Academia Portuguesa de Letras, "CARALHO" é a palavra com que se denominava a pequena cesta que se encontrava no alto dos mastros das caravelas, de onde os vigias prescrutavam o horizonte em busca de sinais de terra.
O CARALHO, dada a sua situação numa área de muita instabilidade (no alto do mastro) era onde se manifestava com maior intensidade o rolamento ou movimento lateral de um barco.
Também era considerado um lugar de "castigo" para aqueles marinheiros que cometiam alguma infracção a bordo.
O castigado era enviado para cumprir horas e até dias inteiros no CARALHO e quando descia ficava tão enjoado que se mantinha tranquilo por um bom par de dias. Daí surgiu a expressão:
“MANDAR PRO CARALHO"
Hoje em dia,CARALHO é a palavra que define toda a gama de sentimentos humanos e todos os estados de ânimo.
Ao apreciarmos algo de nosso agrado, costumamos dizer:
“ISTO É BOM PRA CARALHO”
Se alguém fala conosco e não entendemos, perguntamos:
Mas que CARALHO estás a dizer?
Se nos aborrecemos com alguém ou algo, o mandamos pró CARALHO.
Se algo não nos interessa dizemos: NÃO QUERO SABER NEM PELO CARALHO.
Se, pelo contrário, algo chama nossa atenção, então dizemos:
ISSO ME INTERESSA PRA CARALHO.
Também são comuns as expressões: Essa mulher é boa pra CARALHO (definindo a beleza);
Essa gaja é feia pra CARALHO(definindo a feiura);
Esse filme é velho pra CARALHO (definindo a idade);
Essa mulher mora longe pra CARALHO (definindo a distancia);
Enfim, não há nada que não se possa definir, explicar ou enfatizar sem juntar um “CARALHO”.
Se a forma de proceder de uma pessoa nos causa admiração dizemos:
"ESSE PESSOA É DO CARALHO"
Se um comerciante está deprimido pela situação do seu negócio, exclama: “ESTAMOS INDO PRO CARALHO”.
Se encontramos um amigo que há muito não víamos, dizemos:
PORRA, POR ONDE CARALHO TENS ANDADO?
É por isso que lhe envio este cumprimento do CARALHO e espero que seu conteúdo lhe agrade pra CARALHO, desejando que as suas metas e objectivos se cumpram, e que a sua vida, agora e sempre, seja boa pra CARALHO.
A partir deste momento poderemos dizer "CARALHO", ou mandar a alguém pró "CARALHO" com um pouco mais de cultura e autoridade académica...
E TENHA UM RESTO DE DIA FELIZ!
“UM DIA DO CARALHO”
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
O maravilhoso mundo da música!
Como vocalista e/ou guitarrista, passei alguns dos momentos mais emocionantes da minha vida envolvido em música. Eu sentia-me relaxado e em paz, animado e alegre, e ocasionalmente sentia uma emoção tão poderosa que até arrepiava a espinha. Também me sentia próximo dos meus colegas músicos e alguns são meus amigos do peito ainda hoje.
Muitas vezes pergunto-me o que é que existe na música que provoca essas emoções. Filósofos e os biólogos têm feito a mesma pergunta, durante séculos, observando que os humanos dão universalmente importância à música. Ele consola-nos quando estamos tristes, nos puxa para cima nos momentos mais felizes e cria pontes uns com os outros.
Mas… mesmo sendo ouvida num iPod ou cantando o "Parabéns a você" , a musica não parece necessária para a sobrevivência ou para a reprodução!?
Alguns cientistas concluem que a influência da música pode ser um acontecimento fortuito, decorrente da sua capacidade de sequestrar sistemas cerebrais construídas para outros fins, tais como a língua, emoção e movimento. O psicólogo da Universidade de Harvard, Steven Pinker, colocou no seu livro de 1997 How the Mind Works (W. W. Norton) , a famosa frase : a música é "cheesecake auditivo", uma confecção artesanal para agradar as áreas da mente que evoluiu para funções mais importantes. Mas, como resultado do que casual, a música parece oferecer um novo sistema de comunicação enraizado nas emoções e não no significado. Dados recentes mostram, por exemplo, que a música transmite sentimentos de forma fiável e certa: o que sentimos quando ouvimos uma peça de música é muito semelhante ao que toda a gente na sala está sentindo.
Algumas evidências indicam que a música traz respostas previsíveis em todas as culturas e entre pessoas das mais variadas habilidades musicais ou cognitiva. Mesmo recém-nascidos e pessoas que não conseguem perceber musica parecem desfrutar do efeito emocional da música. "Certamente, a música parece ser a forma mais directa de comunicação emocional", opina o eloquente neurologista Oliver Sacks, da Universidade Columbia, autor do recente livro Musicophilia (Knopf, 2007). "Realmente parece ser uma parte muito importante da vida humana e da comunicação, linguagem e gesto."
Esse diálogo fornece uma maneira para as pessoas se ligarem emocionalmente e, portanto, pode reforçar os laços que estão na base da formação das sociedades humanas, que têm vantagens de sobrevivência claro. Ritmos musicais certos facilitam certas interacções físicas como a marcha ou dançar juntos, consolidando nossos laços sociais. Além disso, os ritmos pode trabalhar em nosso benefício, a nível individual, manipulando o nosso humor e a nossa fisiologia, sendo até mais eficazes do que as palavras para excitar, energizar, acalmar ou promover a actividade física. Todos esses benefícios estão levando as pessoas a reconsiderar se a música é realmente tão frívola quanto parece.
Mosaico na Mente
Ao longo da história, as pessoas têm tentado explicar o efeito da música sobre o espírito humano. A música tem sido rotulado de tudo, desde um presente dos céus, uma ferramenta do diabo, de uma extensão da matemática a um efeito colateral de processamento da linguagem. Charles Darwin ficou admirado pela presença transversal da música ao redor do mundo: a predilecção do homem para a música, escreveu ele em 1871 no livro “ A Descendência do Homem", deve ser classificado entre o maior mistério com os quais ele é dotado."
Desde a década de 1950 muitos psicólogos têm tentado explicar o poder da música, comparando-a com a valorização da fala. Afinal, uma compreensão da música e da fala exige, ao seu nível mais primitivo, a capacidade de detectar sons. O córtex auditivo do cérebro, uma área dedicada à audiência, é agora conhecido como processador básico de elementos musicais, como a altura (frequência de uma nota) e o volume, as vizinhas e secundárias áreas auditivas digere os mais complexos padrões musicais, como harmonia e ritmo. [Para saber mais sobre como o cérebro processa a música, ler “Music in your head"Por Eckart O. Altenmüller; Scientific American Mind, janeiro de 2004.]
Enfim…sem mais palavreado VIVA A MUSICA!!!!
Muitas vezes pergunto-me o que é que existe na música que provoca essas emoções. Filósofos e os biólogos têm feito a mesma pergunta, durante séculos, observando que os humanos dão universalmente importância à música. Ele consola-nos quando estamos tristes, nos puxa para cima nos momentos mais felizes e cria pontes uns com os outros.
Mas… mesmo sendo ouvida num iPod ou cantando o "Parabéns a você" , a musica não parece necessária para a sobrevivência ou para a reprodução!?
Alguns cientistas concluem que a influência da música pode ser um acontecimento fortuito, decorrente da sua capacidade de sequestrar sistemas cerebrais construídas para outros fins, tais como a língua, emoção e movimento. O psicólogo da Universidade de Harvard, Steven Pinker, colocou no seu livro de 1997 How the Mind Works (W. W. Norton) , a famosa frase : a música é "cheesecake auditivo", uma confecção artesanal para agradar as áreas da mente que evoluiu para funções mais importantes. Mas, como resultado do que casual, a música parece oferecer um novo sistema de comunicação enraizado nas emoções e não no significado. Dados recentes mostram, por exemplo, que a música transmite sentimentos de forma fiável e certa: o que sentimos quando ouvimos uma peça de música é muito semelhante ao que toda a gente na sala está sentindo.
Algumas evidências indicam que a música traz respostas previsíveis em todas as culturas e entre pessoas das mais variadas habilidades musicais ou cognitiva. Mesmo recém-nascidos e pessoas que não conseguem perceber musica parecem desfrutar do efeito emocional da música. "Certamente, a música parece ser a forma mais directa de comunicação emocional", opina o eloquente neurologista Oliver Sacks, da Universidade Columbia, autor do recente livro Musicophilia (Knopf, 2007). "Realmente parece ser uma parte muito importante da vida humana e da comunicação, linguagem e gesto."
Esse diálogo fornece uma maneira para as pessoas se ligarem emocionalmente e, portanto, pode reforçar os laços que estão na base da formação das sociedades humanas, que têm vantagens de sobrevivência claro. Ritmos musicais certos facilitam certas interacções físicas como a marcha ou dançar juntos, consolidando nossos laços sociais. Além disso, os ritmos pode trabalhar em nosso benefício, a nível individual, manipulando o nosso humor e a nossa fisiologia, sendo até mais eficazes do que as palavras para excitar, energizar, acalmar ou promover a actividade física. Todos esses benefícios estão levando as pessoas a reconsiderar se a música é realmente tão frívola quanto parece.
Mosaico na Mente
Ao longo da história, as pessoas têm tentado explicar o efeito da música sobre o espírito humano. A música tem sido rotulado de tudo, desde um presente dos céus, uma ferramenta do diabo, de uma extensão da matemática a um efeito colateral de processamento da linguagem. Charles Darwin ficou admirado pela presença transversal da música ao redor do mundo: a predilecção do homem para a música, escreveu ele em 1871 no livro “ A Descendência do Homem", deve ser classificado entre o maior mistério com os quais ele é dotado."
Desde a década de 1950 muitos psicólogos têm tentado explicar o poder da música, comparando-a com a valorização da fala. Afinal, uma compreensão da música e da fala exige, ao seu nível mais primitivo, a capacidade de detectar sons. O córtex auditivo do cérebro, uma área dedicada à audiência, é agora conhecido como processador básico de elementos musicais, como a altura (frequência de uma nota) e o volume, as vizinhas e secundárias áreas auditivas digere os mais complexos padrões musicais, como harmonia e ritmo. [Para saber mais sobre como o cérebro processa a música, ler “Music in your head"Por Eckart O. Altenmüller; Scientific American Mind, janeiro de 2004.]
Enfim…sem mais palavreado VIVA A MUSICA!!!!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Pois......
POIS….
30 minutos atrás estava a lavar a louça do jantar, ligou o meu amigo M:
M-atão mula vamos beber um moscatel???
Lelo-Ok urso deixa-me só terminar de lavar a louça e ainda tenho uma máquina de lavar roupa pra estender.
M-Oquê , agora viras-te larilas, essas coisas são as gajas que têm de fazer…
Lelo- Olha lá animal, eu vou fazer estas merdas, se depois disso ainda estiveres no café vou ter contigo e com a malta ( já sei que vou ser gozado).
E agora o que interessa:
Aqui a pensar a razão de ser destes pensamentos ditos machos…é cultura, é histórico, é instintivo.
Desde os primórdios o home dado dispor de maior envergadura física ( responsável por caçar, defender a comunidade das ameaças, etc) assumiu o poder baseado na força. Este comportamento, este sentimento passou prá comunidade, pró grupo, para a família, está gravado nos genes (ou não) enfim….
leva-nos aos dias de hoje em que o homem depois de um dia de trabalho vê o futebol,lê o jornal ( a bola) e a Maria cozinha, passa a ferro, lava a louça, estende a roupa, faz as camas, deita os putos, decide o almoço do dia a seguir, tira as coisas do frigorifico e ainda chega à cama cheia de vontade para abrir as pernas ao macho que ronca há 15 minutos –faz tudo isto porque é muito forte e ainda não saímos de casa;
no grupinho a gaijo é o verdadeiro machão, come todas, é o maior, tem prestações sexuais de fazer inveja a um tractor, com ele ninguém faz farinha, se alguém estranho ( ou a Maria) levanta a voz levam logo duas galhetas ( é memo forte);
pois e ainda vai piorar este jogo de poder….depois temos as comunidades, os países governados por machões…os mesmos jogos de poder- o meu míssil é maior que o teu, tenho mais porta aviões por isso baixa a garupa, se não te calas mando os meus tanques, bláblábláblá…é só power.
Porra, tenho dois putos e para bem deles só desejava ter um mundo governado por mulheres….dois hemisférios a pensar, multitarefas, diplomatas, geradoras de consensos, perspicazes….e muito manhosas…e já me esquecia, lindas….
30 minutos atrás estava a lavar a louça do jantar, ligou o meu amigo M:
M-atão mula vamos beber um moscatel???
Lelo-Ok urso deixa-me só terminar de lavar a louça e ainda tenho uma máquina de lavar roupa pra estender.
M-Oquê , agora viras-te larilas, essas coisas são as gajas que têm de fazer…
Lelo- Olha lá animal, eu vou fazer estas merdas, se depois disso ainda estiveres no café vou ter contigo e com a malta ( já sei que vou ser gozado).
E agora o que interessa:
Aqui a pensar a razão de ser destes pensamentos ditos machos…é cultura, é histórico, é instintivo.
Desde os primórdios o home dado dispor de maior envergadura física ( responsável por caçar, defender a comunidade das ameaças, etc) assumiu o poder baseado na força. Este comportamento, este sentimento passou prá comunidade, pró grupo, para a família, está gravado nos genes (ou não) enfim….
leva-nos aos dias de hoje em que o homem depois de um dia de trabalho vê o futebol,lê o jornal ( a bola) e a Maria cozinha, passa a ferro, lava a louça, estende a roupa, faz as camas, deita os putos, decide o almoço do dia a seguir, tira as coisas do frigorifico e ainda chega à cama cheia de vontade para abrir as pernas ao macho que ronca há 15 minutos –faz tudo isto porque é muito forte e ainda não saímos de casa;
no grupinho a gaijo é o verdadeiro machão, come todas, é o maior, tem prestações sexuais de fazer inveja a um tractor, com ele ninguém faz farinha, se alguém estranho ( ou a Maria) levanta a voz levam logo duas galhetas ( é memo forte);
pois e ainda vai piorar este jogo de poder….depois temos as comunidades, os países governados por machões…os mesmos jogos de poder- o meu míssil é maior que o teu, tenho mais porta aviões por isso baixa a garupa, se não te calas mando os meus tanques, bláblábláblá…é só power.
Porra, tenho dois putos e para bem deles só desejava ter um mundo governado por mulheres….dois hemisférios a pensar, multitarefas, diplomatas, geradoras de consensos, perspicazes….e muito manhosas…e já me esquecia, lindas….
domingo, 1 de novembro de 2009
o verdadeiro pinga amor
Eu e Ela
Cobertos de folhagem, na verdura,
O teu braço ao redor do meu pescoço,
O teu fato sem ter um só destroço,
O meu braço apertando-te a cintura;
Num mimoso jardim, ó pomba mansa,
Sobre um banco de mármore assentados.
Na sombra dos arbustos, que abraçados,
Beijarão meigamente a tua trança.
Nós havemos de estar ambos unidos,
Sem gozos sensuais, sem más idéias,
Esquecendo para sempre as nossas ceias,
E a loucura dos vinhos atrevidos.
Nós teremos então sobre os joelhos
Um livro que nos diga muitas cousas
Dos mistérios que estão para além das lousas,
Onde havemos de entrar antes de velhos.
Outras vezes buscando distração,
Leremos bons romances galhofeiros,
Gozaremos assim dias inteiro,
Formando unicamente um coração.
Beatos ou apagãos, via à paxá,
Nós leremos, aceita este meu voto,
O Flos-Sanctorum místico e devoto
E o laxo Cavaleiro de Faublas...
Cesário Verde, in 'O Livro de Cesário Verde'
Cobertos de folhagem, na verdura,
O teu braço ao redor do meu pescoço,
O teu fato sem ter um só destroço,
O meu braço apertando-te a cintura;
Num mimoso jardim, ó pomba mansa,
Sobre um banco de mármore assentados.
Na sombra dos arbustos, que abraçados,
Beijarão meigamente a tua trança.
Nós havemos de estar ambos unidos,
Sem gozos sensuais, sem más idéias,
Esquecendo para sempre as nossas ceias,
E a loucura dos vinhos atrevidos.
Nós teremos então sobre os joelhos
Um livro que nos diga muitas cousas
Dos mistérios que estão para além das lousas,
Onde havemos de entrar antes de velhos.
Outras vezes buscando distração,
Leremos bons romances galhofeiros,
Gozaremos assim dias inteiro,
Formando unicamente um coração.
Beatos ou apagãos, via à paxá,
Nós leremos, aceita este meu voto,
O Flos-Sanctorum místico e devoto
E o laxo Cavaleiro de Faublas...
Cesário Verde, in 'O Livro de Cesário Verde'
OLHA.....
eu bem avisei, loucura (não percebo um corno do que quer dizer a frase mas gostei:
- "Lorem ipsum vim ut utroque mandamus intellegebat, ut eam omittam ancillae sadipscing, per et eius soluta veritus."
- "Lorem ipsum vim ut utroque mandamus intellegebat, ut eam omittam ancillae sadipscing, per et eius soluta veritus."
PORQUÊ??????
Esperanzo em homenagem ao projecto de língua universal que haveria de unir todos os povos do mundo na bela ferramenta da comunicação por palavras, sem menosprezar a comunicação por movimentos corporais e/ou imagens ( havemos de explorar o assunto mais); batata split em homenagem à alternativa do óbvio, ao pragmatismo do indivíduo que vê na realidade presente e socialmente aceite versões diferentes criando novas realidades que por vezes mudam o mundo (de preferência para melhor); autismo em homenagem à loucura individual de cada qual, na qual exorciza os seus medos , liberta os seus stresses e nos impede de passar a fronteira da verdadeira loucura patológica, em homenagem à minha e tua introspecção, ao nosso e único mundo interior que não é preciso que os outros compreendam mas que nos permite rir ou sorrir durante uma tarde inteira....e a liberdade...tanto falada e tão mal praticada, liberdade de sentir, falar, passear, educar, sonhar, viajar, ser mulher, ser homem ,ser criança, ser pobre, rico, ser hetero, gay ou bi, ser muçulmano ,cristão, budista, ser de esquerda, direita ou ambidextro...enfim sermos livres de fazer o que nos dá na ganha sem prejudicar os outros...E LIBERDADE PARA DESCOBRIR, APRENDER E AMAR.....
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